Foto-novelas:

Galera abandonei a animação e entrei para o ramo das foto-novelas. Confiram no fotolog.



Escrito por GUi às 19h18
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Como Juli-boy volta e meia fala alguma pérola, resolvi criar a sessão:

As incríveis frases de Juli-boy!

“Os prematuros já saem engatinhando do berçário. Coloco eles de bruços, dou um apoio com a mão e eles já fazem força para engatinhar.”


 

Quem quiser contribuir com frases é só mandar por e-mail que eu publico.

 


Escrito por GUi às 20h22
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Família Frango Frito
História e planejamento:

 
Família Frango Frito

Quem já assistiu o programa “A Guerra do Ferro-velho” (Junkyard mega wars) exibido no Discovery Channel já deve ter encontrado a incrível Família Frango Frito. Para aqueles que nunca viram o programa de televisão, ele é uma competição entre duas equipes que recebem a tarefa de construir determinada máquina em 10 horas só usando as peças que encontrarem no ferro velho. No dia seguinte é dado aos participantes mais 1 hora para os ajustes finais e depois as máquinas são testadas. A equipe que construir a máquina vencedora avança para a próxima etapa da competição. É pedidos as equipes para construir coisas que vão de canhões a torpedos, de trens a submarinos.

Mas voltando a Kentucky Fried Family, como ela é conhecida originalmente com o nome baseado no Fast-Food Kentucky Fried Chicken (KFC), é uma das estrelas do programa. Ela a típica família do interior dos EUA.

Em um dos episódios a família a tarefa era construir uma locomotiva. O objetivo era percorrer um trilho o mais rápido possível carregando uma carga de 1 tonelada e parar o trem antes de derrubar um ovo de avestruz que estava a alguns metros da linha de chegada. Enquanto a outra equipe criou uma locomotiva baseada em um Mustang (automóvel americano), a Família Frango Frito criou um belo design que combinava dois carrinhos de golf. Na hora de competir, a FFF foi a primeira a ir com o seu trem para a pista. Completou o percurso em 38 segundo sem derrubar o ovo. A outra equipe teve problemas e fez um tempo bem maior freando antes do ovo. Na segunda corrida, os organizadores colocaram o ovo mais próximo da linha de chegada, o que reduzia o espaço para frenagem. A FFF foi com tudo e não conseguiu nem reduzir o tempo e ainda derrubaram o ovo. A outra equipe fez o mesmo, só que conseguiu reduzir o para 28 segundos, que infelizmente para eles não valeu, uma vez que também derrubaram o ovo. Agora a disputa ficou emocionante uma vez essa era a última tentativa e que 10 segundos é bastante tempo para se frear, possibilitando a outra equipe chances concretas de vencer a FFF. Neste momento a FFF mostrou como estratégia também é importante para se chegar a final da Guerra do Ferro-velho. Qual foi a tática da FFF então? Eles correram o máximo com o seu trenzinho e retardaram ao máximo a freada para PROPOSITALMENTE derrubar o ovo. Desta maneira, além da pressão que estava sobre a outra equipe para fazer um bom tempo, a FFF ainda deu a impressão que o ovo estava mais próximo da linha de chegada. Sabendo que se derrubasse o ovo teriam definitivamente perdido, o maquinista da outra equipe começou a frear cedo demais completando o percurso em 41 segundos sem derrubar o ovo.

Viva a Família Frango Frito, que em breve estará ensinando estratégia e planejamento para o alto escalão do PT



Escrito por GUi às 13h23
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Cinema:
Fahrenheit 9/11

  Vamos começar a falar mal do filme. Qual o problema da família Bin Laden ter deixado os EUA de avião logo depois de onze de setembro. Aposto que se a família Spencer fizesse o mesmo pedido, Bush não negaria. As pessoas se alistam no exército, crentes de que terão uma vida boa com uma atividade física freqüente e possíveis acampamentos no mato e não em que um dia elas terão de entrar em combate para matar ou morrer. Essa ilusão não é só americana, mas também brasileira.
“Meu filho é bom, ele não fez nada para estar no Iraque” disse a mãe do soldado no filme. Vou explicar uma coisa, ninguém que sabe que mais cedo ou mais vai ter que tirar em alguém é completamente bom.

Faltou a tortura dos soldados americanos nos presos de guerra. Michael Moore disse no David Letterman que recebeu as fitas com os abusos aos iraquianos antes delas serem divulgadas. Ela narrou uma cena em que os soldados molestavam o prisioneiro sexualmente.

Segundo Moore, seus motivos para não divulgar a fita, era que ele não queria que a culpa caísse sobre os soldados. Calma ai camarada! A tortura dos prisioneiros pode até ser creditada ao Bush, mas molestar sexualmente os prisioneiros é a ÚNICA coisa do qual ele não pode ser culpado. Culpa a quem merece.

Um filme engraçado, nada mais que isso. Não é um documentário que irá revolucionar o mundo. Aliás, não é nem mesmo um documentário. Sim Bush é FDP, mas depois de ver a conferência do Kerry, acho provável que ele seja reeleito.

Obs.: Como podem ver estou sem saco de escrever. Fiquei com vergonha das pessoas que bateram palmas ao fim do filme.

Obs.2: Mandem suas perguntas que Gran Master Gui responde todas.

Tchau!

 
 
 
Três estrelas


Escrito por GUi às 02h31
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Atestado de burrice:
Sou iraquiano!

Brasileiros possuem traumas e complexos que nem análise durante 500 anos resolve. Não há nada de errado em querer dominar o mundo, mas achar que o mundo é o Orkut já é demais. Para quem não sabe, Orkut é aquela rede de amigos na internet que só entra quem é convidado, que possui comunidades de discussão e ajuda a desencalhar quem está só. Essa corrida dos brasileiros para vencer o número de americanos no Orkut é exatamente isso. “Vamos convidar muitos brasileiros para que sermos maioria e nos respeitarem”. Parabéns, conseguimos! Somos de longe o país com mais membros do Orkut. Mas qual foi o resultado dessa invasão maciça de brasileiros? O nível intelectual médio dos brasileiros caiu muito. Quando entro em alguma comunidade internacional e vejo algum brasileiro dizer alguma idiotice logo me vem uma vergonha incrível e a lembrança de quando éramos minoria. Bem, paciência. Acho que no fundo, todo mundo tem direito a participar do Orkut.

Mas o texto é sobre ser iraquiano. Terei uma longa conversa com Deus quando morrer. Este terá que me dar muitas explicações. Não sou um filho ingrato, na verdade sou grato por não ser islâmico, palestino, negro, mulher e iraquiano. Não por preconceito, mas porque sei todos estes sofrem como desgraçados. Pois então, agora que o Brasil já é maioria no Orkut, os brasileiros que entram escolhem o seu país como Iraque. Mas para que eles fazem isso? Boa pergunta. Nem eu mesmo sei. Será que é para mostrar para o governo americano que eles são contra a invasão? Deve ser, né? Pois isso não passa de uma bobagem, uma verdadeira revolução em shopping center. Tem aqueles também que acreditam que o Orkut foi criado pelo governo dos EUA para fazer um cadastro internacional de pessoas que são monitoradas e tal. Não deve ser muito difícil de saber que um iraquiano que só possui amigos brasileiros e escreve em português deve na verdade ser brasileiro. Se eles precisarem deste tipo de informação dou para eles de graça. Outra coisa, se o Orkut for mesmo para “espionar” as pessoas, quero passar a imagem de pessoa mais normal e comum possível. Pretendo viajar para os EUA de férias, levar meus filhos para a Disney e morar lá se receber uma boa proposta de trabalho. Não quero que nenhuma destas oportunidades não e viabilize por causa de uma rebeldia adolescente. É pura infantilidade. Pura burrice.

Em breve escreverei sobre porque palestinos e iraquianos são de fato burros.



Escrito por GUi às 23h54
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Show de Horrores:

Sábado conversávamos sobre romantismo, eu Juli-boy, Eric e Felipe. Felipe que está in love é. Eu já fui. Espero não ser nunca mais. Abaixo está a última relíquia destes meus momentos de DOENÇA. Zuleica Christina usava esse maldito perfume chamado Dolce & Gabanna que até hoje tem seus efeitos em mim.

Obs.: Não gosto de poesias.

Acordei
Senti algo estranho, diferente no ar
Era como se ainda estivesse dormindo
Mas sem todas aquelas sensações que perturbam, enlouquecem,
O tornam tão real.
Porém volto a insistir
Definitivamente era algo no ar
Talvez fosse a chuva que caia
Gota
Por
Gota
Do lado de fora.
A umidade do ar parecia,
A princípio ter alguma relação com o caso
Mas não tinha
Viro para o lado
Percebo que minha visão também está alterada.
Dia cinzento parecia ter invadido meus olhos
O vermelho não mais agredia
Era pálido e morto
Sem graça
Sem gosto
Com as outras cores não era diferente
A mesma mesmice
A chuva continua
Apesar dos distúrbios visuais
O problema está definitivamente no ar
Minha apatia
Minha falta de capacidade
De competência
Me irritam
E aumentam
A minha angústia
Não sei o que há de errado
Com o ar,
Comigo.
Dia frio.
Cobertores desarrumados
Cabeça desorganizada
Idéias jogadas, de um lado para o mesmo
Decido sair
Quem sabe, talvez
A água da chuva esclareça
Essa interminável questão.
Minha interminável questão.
Visto a calça
Pego a meia
Procuro a chave
Ponho o casaco
Minha, minha questão me intriga
Não tenho dúvida
É o ar
Minha cabeça dói
Meus olhos piscam
Tenho vontade
Coço meu nariz
De repente tudo se esclarece
Nem Tábata, a da Feiticeira, seria tão eficiente com o nariz
Como algodão-doce na boca
A névoa entorno da minha cabeça se desfaz
Tudo se torna tão óbvio
Está tudo tão claro
Melhor
Está tudo no casaco
Faltava aquilo que eu mais queria
Mais sentia falta
Faltava a minha companhia de Dolce & Gabanna



Escrito por GUi às 16h27
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Cinema:
Efeito Borboleta

  Tornar o mundo um lugar melhor para se viver, possuir um super-poder, salvar seus amigos e ficar longe do próprio amor para o bem da própria. Pode soar muito como Homem Aranha, mas adicionando os temperos de criançinhas psicopatas, pedofilia e a angústia de tentar melhorar as coisas, mas na verdade torna-las pior, dá ao Efeito Borboleta uma turbinada e tanto. Existem mil filmes que em seu roteiro o personagem consegue voltar ao passado e com isso ele altera o futuro, ou presente, tentando-o torna-lo um lugar melhor de se viver. Pois então este é mais um destes filmes. Para se fazer algo neste gênero é preciso ter muito cuidado uma vez que é fácil identificar qualquer furo no roteiro, e este possui alguns. Mas eles não comprometem o filme. Uma ótima surpresa é a atuação de Ashton Kutcher que foge de seu papel cômico tradicional, Kelso de That 70’s show, e se sai muito bem. O filme também se aproveita do estilo happy-unhappy ending que está tão na moda. Um bom filme.
 
   
 
   
 
 
  Quatro estrelas


Escrito por GUi às 23h35
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Cinema:
Brilho eterno de uma mente...

   

Esse é mais um daqueles filmes que começa, volta ao passado para você entender o que se passa e depois mostra a conclusão do que aconteceu no começo. Professoras primárias que se cuidem, aquele papo de ensinar a escrever estórias com início meio e fim terá de ser, mais cedo ou mais tarde, revisto. Não gosto do Jim Carrey, ele é caricato demais para ser levado a sério como ator dramático. Porém, neste filme, ele consegue não comprometer a estória. Mesmo assim, um ator melhor traria benefícios ao filme. Apesar disso o filme é muito bom. Tentar esquecer facilmente a frustração do fracasso de um relacionamento é algo que já passou pela de todo o mundo. Mas e se você percebesse durante o processo de esquecimento que aquilo que se viveu com a pessoa amada faz parte fundamental de você? Arrependimento faz parte da vida. Mergulhe em sua mente e salve o que puder.

Obs.: Kirsten Dunst é de fato uma mulher fantástica.

   
   
 
 
Quatro estrelas  


Escrito por GUi às 22h10
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Eleições Americanas:

Como vocês devem saber, o presidente dos EUA não é eleito por voto direto, porém isso não significa que as eleições sejam fraudulentas, não democráticas, etc.

Refleti muito sobre a melhor maneria de explicar isso e cheguei à conclusão que é de ponta cabeça.

O presidente é eleito pelo Colégio Eleitoral.

Agora é que complica um pouco. Cada estado possui autonomia para decidir como é o processo de escolha dos seus representantes no Colégio Eleitoral. Alguns dão a totalidade dos eleitores do Colégio ao partido com maioria dos votos, que significa que todos os representantes do estado no Colégio Eleitoral serão escolhidos apenas por esse partido (é o que acontece na maioria dos casos). Outros dividem percentualmente, ou seja, se um partido tiver 60% dos votos e o outro 40% em estado com direito a 25 eleitores, significa que o partido “vencedor” poderá indicar 15 nomes para o Colégio Eleitoral enquanto o outro somente 10.

Mas como se define quantos representantes no Colégio Eleitoral cada estado tem direito? O numero de eleitores que formam o Colégio correspondente à percentagem da população do estado no país. Mais especificamente, os eleitores correspondem ao numero de membros Na House of Representatives além de o numero de senadores que o estado possui.

Ex: A Florida possui 23 delegados na House of Representatives, isto é, 23 representantes do Congresso são da Florida, além de dois senadores. Isso da o total de 25 eleitores para a Florida no Colégio Eleitoral.

O voto popular decide o partido que irá escolher os eleitores do Colégio Eleitoral.

Curiosidades:

Sendo morador de um estado onde dá a totalidade dos representantes ao partido eleito, podem acontecer duas coisas: se você tiver votado no partido vencedor, seu voto será supervalorizado uma vez que o voto de 60% se transforma em 100% já que todos os eleitores do Colégio Eleitoral serão do partido escolhido por você; ou será completamente desvalorizado se tiver optado pelo partido que não venceu já que sua representação no Colégio será nula.

Se o partido escolher uma pessoa que não seja de confiança e fiel para o Colégio Eleitoral ele corre o risco desta pessoa votar no outro candidato a alterar a escolha da presidência.

Se tiver errado me corrijam.



Escrito por GUi às 15h49
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Programa britânico é o melhor da TV brasileira (parte1):

As temíveis tardes da televisão brasileira têm um belo refresco. Bem, pelo menos para os afortunados que possuem o canal pago People and Arts. Entre as cinco e seis da tarde telespectador que assistir ao canal terá o prazer de apreciar arte, comédia, criatividade e beleza no programa Minha Casa, Sua Casa.

Originário da BBC, Changing Rooms, nome original do programa, é um sopro de novidade na televisão que adapta a idéia de transformação ao lar das pessoas.

O programa se baseia, na transformação de um quarto. A equipe do programa escolhe dois casais, vizinhos ou amigos, para que durante dois dias troquem de casa e reformem determinado ambiente da casa do outro. O morador dá algumas dicas do que eles gostariam que não fosse alterado como mobílias de valor sentimental, cores específicas que não gostem, etc, mas não sabe absolutamente nada sobre o que será feito em sua casa. Cada casal possui a ajuda de um decorador do programa e ambos compartilham um carpinteiro. A apresentadora também ajuda com costura e detalhes. Depois dos dois dias de muito trabalho, os dois retornam para a sua casa para terem a surpresa do que os amigos fizeram na sua casa. O resultado obtido nem sempre é o esperado pelos moradores.

Os decoradores são escolhidos aleatoriamente e cada um possuí um estilo bem definido. Laurence Llewelyn-Bowen faz o estilo artista e volta e meia usa seus dons para pintar paisagens e quadros. Linda Baker é uma decoradora feliz sempre com uma desculpa para colocar grama em suas criações. Graham Wynne possui projetos ambiciosos. Anna Ryder Richardson usa sua experiência de decoradora de quartos infantis. Oliver Heath é jovial e usa objetos decorativos incomuns. Laura McCree com seu estilo punk é ousada, não é incomum a utilização do rosa-choque em seus projetos.

O programa pode parecer bobo à primeira vista, mais um daqueles programas sobre decoração. Mas não é. Changing Rooms é muito mais que isso.

Em primeiro lugar ele desmistifica a estrela. A apresentadora Carol Smilie, assim como todo o resto da equipe, mete a mão na massa. Costura, pinta, cola, etc. Em tempos modernos de egos exacerbados e onde as mulheres -e homens- mal sabem cozinhar, o programa diz que todos devem fazer de tudo pôr mãos-a-obra.

Em seguida vem o orçamento. Cada designer possui 500 libras para gastar nas reformas. É bem verdade que o valor é somente para guiar o decorador com as despesas. As vezes se ultrapassa o orçamento, as vezes não. Aqui vem a parte mais interessante, ao final de cada reforma é feito uma análise onde o decorador reflete onde se gastou mais dinheiro, qual foi a melhor pechincha e, não vamos esquecer que este é um programa sobre decoração, qual a peça decorativa favorita.

Outro ponto interessante é que a medida que o casal vai fazendo a reforma, ele faz uma auto-crítica. Quem se achava moderno, ao ver o designer colorir um parede de rosa acaba se descobrindo mais conservador e vice versa. Os decoradores também com a sua psicologia, as vezes ela é necessária para convencer os participantes a usar determinada cor, ajudam a reformular conceitos e preconceitos. Não é raro ver alguém que não gosta de determinada cor ficar satisfeito com o seu quarto pintado com a determinada tonalidade.

 *** Continua abaixo ***

 


Equipe do Minha Casa, Sua Casa: Graham Wynne, Laurence Llewelyn-Bowen, Oliver Heath, Carol Smilie, Anna Ryder Richardson, Andy "Handy" Kane e Linda Baker.


Aplicando o efeito de marmorização


Design Laurence Llewelyn-Bowen


Design Linda Baker


Design Graham Wynne


Design Laura McCree

 
 

Minha Casa, Sua Casa
(Changing Rooms)


Seg, Ter, Qua, Sex - 18:00
Qui - 20:00
Sab, Dom - 12:00

   
 

Links:
People and Arts
BBC

   


Escrito por GUi às 01h46
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Programa britânico é o melhor da TV brasileira (parte 2):

A criatividade é outra questão que enriquece mais o programa. As 500 libras são insuficientes para se fazer uma reforma "extravagante". O próprio programa na sua versão original chama a atenção para isso, designer style for less, estilo de designer por menos. É ai que entra uma das grandes sacadas do programa que provam que criatividade não é exclusiva ao povo brasileiro. Os bretões também são cheios de soluções para se obter resultados estéticos sem se gastar muito dinheiro. Abajures são criados de canos hidráulicos, esculturas são criadas de gesso, mesas de cimento, etc além de visitas ao brechó e utilização de material de demolição. Os decoradores ainda ensinam aos participantes técnicas de pintura e acabamento para recriar os efeitos de mármore, pedra e outros.

A comédia é outro fator importantíssimo que dá um toque suave ao pacote do programa. O carpinteiro Handy Andy, que na legenda foi traduzido Andy "Jeitoso" e não prático, está sempre mal humorado e disposto a não trabalhar. Os casais às vezes trabalham em projetos que eles acreditam que os outros irão detestar e ficam preocupados com o que está acontecendo na sua casa. Quando os projetos não dão certo. Um momento hilário foi quando no centésimo programa, quando um decorador reformava a casa do outro decorador e Laurence pediu a sua esposa que fizesse um abajur de gesso com o molde que ele deu. Segue o seguinte diálogo:
- Bem, o gesso vai vazar! Avisou a esposa.
- Não, não vai não! Mas Deus te abençoe pelo seu conselho, respondeu o decorador com um gostoso deboche.
Minutos depois.
- Espera um pouco. Ta vazando! Alertou Handy Andy.
- Viu eu te avisei. Gritou a esposa com a satisfação de estar certa.
Laurence olhou para os dois tentando salvar o projeto a penas sorriu para a câmera.

Os decoradores e participantes conseguem convencer uns aos outros com argumentos esdrúxulos, que quem mora na casa gostará ou não, do que está sendo feito na casa para que o projeto seja alterado. E para completar, as designers são belas e o programa usa o sofisticado humor inglês com o seu sotaque inconfundível.

   
 


Escrito por GUi às 01h40
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Musica:

Recebi devolta o meu CD que estava com Juli-boy Starsailor Love Is Here. Que saudade! Só me lembrava da música 03- Alcoholic, que é um clássico do dramalhão inglês, mas todo o CD é espetacular. São canções realmente boas. Tenho amigos que dizem que gostam de músicas que são canções. Não concordo com isso, mas as deste CD são realmente boas. É difícil destacar alguma outra música pois são todas fantásticas. Para baixar da internet é sem erro. A melhor maneira de descrever a banda que encontrei, meus amigos irão se lembrar, é que se o brega tivesse classe, soaria como Starsailor. É o único brega classudo que conheço.

http://www.starsailor.mu/

   
  01. Tie Up My Hands
02. Poor Misguided Fool
03. Alcoholic
04. Lullaby
05. Way To Fall
06. Fever
07. She Just Wept
08. Talk Her Down
09. Love Is Here
10. Good Souls
11. Coming Down


Escrito por GUi às 02h17
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Teste de Fidelidade:

Nunca trai nenhuma de minhas namoradas, mas não tenho a menor dúvida de que falharia miseravelmente o teste de fidelidade do João Kleber. Tenho acompanhado as últimas semanas e me divirto fartamente com o programa. Ele é uma ótima maneira para as mulheres encerrarem um relacionamento do qual estão cansadas.

Quem nunca importunou pais e amigos quando criança com perguntas hipotéticas que não tinham uma mínima chance de acontecer de fato. “O que você faria se um dinossauro viesse te comer?” eu perguntava aos meus amigos sempre torcendo para sua resposta fosse menos espetacular do que a minha. Alguns de nós apresentamos ainda hoje este tipo de facínio com sonho e a ilusão. “O que você faria se ganhasse na mega-sena?” é uma pergunta infantil sim, mas sonhar é bom e não custa caro.

Mas voltando ao teste de fidelidade, é mais ou menos isso que acontece. “O que faria se uma mulher super gostosa de desse um tremendo mole em uma casa onde só estivessem vocês dois?” As respostas são óbvias.

O homem que não passa no teste de fidelidade foi de fato infiel. Mas como se mede infidelidade em situações tão extremas. Os homens testados geralmente são fracos intelectualmente, aparentam pouco estudo, e nem são as pessoas mais bem sucedidas financeiramente. Então quando aparece uma belíssima mulher com desenvoltura, meus amigos diriam uma mulher descolada, e hipoteticamente mais dinheiro ele vê ai a sua oportunidade de se tornar, finalmente, um vencedor. Depois de ser fodido pelo que a vida lhe reservou chegou a sua hora de comer a dondoquinha filhinha do papai rico. Ninguém, homem ou mulher, perde a oportunidade de vencer ou vingar.

“Tostines vende mais porque é mais fresquinho o é mais fresquinho porque vende mais?” A mulher é traída porque fez o teste ou fez o teste porque é traída? Será que ela seria traída se tivesse feito o teste? A culpa pela traição é inicialmente da própria mulher. É ela quem cria todo o cenário ideal com todas as possibilidades de ocorrer a traição. Cenário irreal. Uma mulher dando mole descaradamente para um estranho, dentro de sua residência, sozinha é incomum principalmente nos dias de hoje.

O que acontece no teste de fidelidade fica longe da realidade. De que vale um teste que não representa a realidade? Serve como desculpa para acabar com relacionamentos falidos.

Acho a Zuleica Christina a melhor mulher do mundo. Melhor que Gisele, Cicarelli, etc. juntas. Mas em um Teste de fidelidade, acabaria seduzido por uma atrizinha de quinta.

 



Escrito por GUi às 01h47
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Tempos de faculdade...

Lembro-me quando tivemos uma palestra sobre cinema, onde tivemos até a presença de um crítico de cinema do New York Times. Todo o circo na faculdade foi armado. Até tradução simultânea estava disponível para os alunos coisa inédita nos meus três anos de faculdade na época. Fui com o meu amigo Marcelo Frota, que também morou fora, e esnobamos o apetrecho técnico uma vez que além de desnecessária, tinha uma burocracia enorme, deixar carteira de identidade, assinar, etc. Adivinhem o que aconteceu logo de cara: a tradução simultânea não funcionou. Ficamos então com a tradução de uma professora que tentou quebrar um galho ali. Ponto para ela. Mais tarde conseguiram normalizar a tradução e exibiram o curta de uma americana que também estava presente na palestra. O filme era sobre moças negras americanas que pulavam corda e cantavam. A mesma professora que traduziu foi fazer perguntas sobre as tais moças do filme mas antes resolveu discursar sobre a cultura negra. Ela despejou em inglês todos os estereótipos da raça negra conhecidos na face da terra para ambos: critico do NYT e diretora do curta que são ambos negros. Travei na hora. A diretora deixou barato, mas o critico do New York Times deu um pito nela. Disse que ele gostaria que a sua raça fosse conhecida também por outras características. Menos dez pontos para a professora. Quem passa uma vergonha passa duas passa três. O assunto entrou para filmes digitais. O debate ficou naquele papo de que o filme digital é mais barato e com isso é mais democrático uma vez que possibilita que mais pessoas criem filmes. O crítico de cinema foi direto: “filmes digitais possuem uma qualidade inferior aos feitos em película”. Foi nessa hora que os nossos queridos universitários engajados se revoltaram achando que o crítico era contra o cinema brasileiro. O auditório quase todo vaiou o senhor sendo extremamente agressivos. Uma menina gritava com paixão “mas essa é a única maneira que nós brasileiros temos para fazer cinema”. O critico com uma cara de um pouco casado daquela ladainha anti-americana explicou: “o cinema digital pode ser um começo para o cinema brasileiro, mas não é o fim”. O que ele quis de fato dizer com isso, é que os filmes brasileiros podem ser bons, mas só atingirão um grau de excelência se forem feitos em película cuja qualidade final é melhor segundo o crítico. É preciso um estrangeiro vir de fora para nos dar uma aula de visão para a cultura brasileira e como pensar adiante. Não preciso nem dizer que alguns dos fanáticos não entenderam nada do que ele disse e saíram revoltados. Ponto para a palestra que foi uma das poucas que foram instrutivas.

No próximo “Tempos de faculdade” vou escrever como em uma palestra sobre os atentados de 11 de setembro um representante da religião islâmica conseguiu ofender todas as mulheres do auditório com uma piada sem que ninguém notasse.

 



Escrito por GUi às 02h38
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Cinema:

 

O filme é bem legal. Gostei bastante mas não sei bem sobre o que escrever. O Homem Aranha continua muito animação gráfica pro meu gosto, mas todos me dizem para colocar em um filme tudo o que ele fazia nos quadrinhos tinha que ficar meio "borracha" mesmo. Mas vale a crise existencial pela a qual o herói passa. A Kirsten Dunst continua gostosissíma. O JJ que parece roubar a cena do filme sendo engraçado e divertido na medida exata. É um filme bem feito que vale a pena ser assistido.

"Com os cumprimentos do seu amigo... Homem Aranha!”

 
Cinco estrelas

 


Escrito por GUi às 16h25
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